A 3ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (OBICT) já está com inscrições abertas até 19 de abril. Para participar gratuitamente, é preciso se cadastrar pelo site oficial da Olimpíada (https://www.obict.com.br) ou pelo aplicativo “Olímpico EduSpace”, disponível nas lojas digitais (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.eduspace.artemis.android&hl=pt_BR)
A OBICT é um evento aberto e gratuito. A inciativa é dividida em categorias por nível de escolaridade. A participação é voluntária.
A competição é dividida em quatro categorias:
- Categoria 1: 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental
- Categoria 2: 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental
- Categoria 3: Ensino Médio ou Técnico
- Categoria 4: Aberta ao público em geral
Não há limite de participantes por categoria, o que amplia o alcance nacional da iniciativa.
Como funciona a competição
A 3ª OBICT será realizada em quatro fases, com grau crescente de dificuldade:
- 1ª fase: online, com consulta permitida
- 2ª fase: online, sem consulta
- 3ª fase: presencial e supervisionada
- 4ª fase: formato especial divulgado aos classificados
As provas acontecem ao longo dos meses seguintes.
Todos os participantes recebem certificado digital, e os melhores colocados nas categorias 2 e 3 recebem certificados de honra ao mérito (ouro, prata e bronze).
Objetivo: despertar talentos e conectar tradição e vanguarda

A OBICT tem como foco despertar o prazer pelo aprendizado, estimular a pesquisa e criar um ambiente favorável ao crescimento intelectual dos estudantes.
Segundo o coordenador da OBICT, professor. Richard Lucht, a edição anterior da olimpíada ultrapassou a marca de 1,045 milhão de inscritos em todo o Brasil, consolidando-se como uma importante iniciativa para despertar o interesse dos jovens em STEM (temas envolvendo ciência, tecnologia, engenharia e matemática).
Professor Richard comenta ainda que a nova edição chega ainda mais fortalecida, contando com a parceria estratégica do ITA e do IPT, duas das instituições mais respeitadas do Brasil nas áreas de engenharia, pesquisa e inovação.
– A proposta é clara: abrir portas, revelar talentos e mostrar que ciência e tecnologia também são território de sonho, disciplina e mérito – ressalta Lucht.
Além das áreas tradicionais como Física, Matemática, Biologia e Química, a olimpíada propõe conexões com temas de ponta, como:
- Inteligência Artificial
- Aprendizagem de máquina
- Nanotecnologia
- Computação quântica
- Energias renováveis
- Sustentabilidade
A ideia é construir uma ponte entre o conteúdo curricular e o futuro que já está sendo desenhado nos laboratórios e centros de pesquisa do mundo.
Categoria especial “Meninas na OBICT”
Um dos destaques desta edição é a categoria especial voltada ao incentivo da participação feminina nas áreas de exatas.
Serão premiadas as dez meninas melhor classificadas nas categorias 2 e 3, com certificados de ouro, prata e bronze, reforçando o compromisso da olimpíada com inclusão e diversidade.
Educação como transformação
Atividades como essa ajudam o Brasil a transformar sua educação básica, ampliando o acesso à educação de qualidade e cultivando a curiosidade intelectual.
A OBICT atua no ponto de encontro entre oportunidade e reconhecimento. O professor Richard comenta ainda que quando um estudante descobre que pode resolver problemas complexos, pensar soluções inovadoras e competir em nível nacional, algo muda. A ciência deixa de ser distante e passa a ser possível. “Mais do que uma prova, a olimpíada se consolida como um movimento de valorização do talento jovem brasileiro”, conclui.



